Ondas curtas em 16:9

Antigamente a internet era discada e você não podia usar serviços que consumissem muita banda por duas razões a) não existia infraestrutura e b) tais serviços, como YouTube, não existiam.

Muito antigamente os rádios eram a válvula, não havia TV por assinatura, as notícias de locais distantes eram apresentadas – com atraso – nos cinemas (sic) ou… pelos rádios de ondas curtas.

Esses “radiozinhos” quando bem construidos e operados podiam fazer serem ouvidas transmissões dos mais distantes rincões desse planeta. Meu pai tinha um.

Dia desses estava vendo um aplicativo na televisão (sic) (sic) (sic) que transmitia milhares de rádios mundo afora. Meu pai estava na sala e disse “É…. Na minha época também podia escutar essas mesmas rádios”.

Radio vs TV vs Web

Radio vs TV vs Web

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Para variar um pouco, discorro sobre a ridícula e extrema ineficiência no uso dos PCs e MACs atuais, um absurdo, senhores. Um abusrudo!

Zilhões de flops para usar MSN, Facebook, Paciência etc…. Já falei sobre a idiotice que é usar fibras ópticas para transmitir Rebecca Black, mesmo nas sexta-feiras.

Temos filmes widescreen, TVs widescreen, projetores widescreen tudo fullHD e em 16:9, mas as apresentações-padrão do PowerPoint continuam sendo em 4:3, outro absurdo.

Com o Win8, será declarado o fim da BIOS (coisa que a Apple já faz algum tempo). Quem sabe de informática sabe a importância da BIOS. Ela sai e as apresentações chatas recbidas por email continuam em 4:3!! Por quê? Por quê?

Custa mudar o padrão? Custa mudar o hábito? (quem invocar o mito da caverna para tentar justificar a inércia comportamental é feio e bobo)

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Meu processador é um core 2 duo. Eu só uso Intel, acho tecnicamente melhor que AMD, além de ter sido a Intel a fornecedora de meu primeiríssimo chip de silício. Um distantíssimo 386.

Ora veja como é a vida, semestre desses projetei um chip que só soma. Made in Brazil. Brasileiríssimo.

(Os superlativos ficam a cargo de José Dias)

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E para terminar esse breve texto, uma canção de Raul Seixas sobre como o povo pode acabar com o planeta (ou o planeta acabar com o povo) se as coisas não mudarem, se as nossas relações de consumo, pessoais, financeiras etc não mudarem.

Buliram muito com o planeta

E o planeta como um cachorro eu vejo

Se ele já não aguenta mais as pulgas

Se livra delas num sacolejo

Tem gente que passa a vida inteira

Travando a inútil luta com os galhos

Sem saber que é lá no tronco

Que está o coringa do baralho

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