Adeus, Billy

Hoje quando fui trocar a água dos passarinhos, eu vi aquilo que temia.

No chão da gaiola estava um amigo que por 14 anos esteve ao meu lado. Ganhei-o de minha mãe quando entrei para a catequese. Hoje sou membro da equipe de catequese. O tempo passou ligeiro.

No longínquo ano de 1997 começa minha Iniciação Cristã. No caminho para a paróquia existia, e ainda existe, uma loja de animais (pet shop não é lá muito másculo) na qual minha mãe comprou-me dois periquitos, o Mickey e o Billy, um azul-claro e outro azul-escuro. O  Mickey morreu logo, o Billy seguiu comigo. Outros vieram e nasceram, mas ele era especial. Pois sim, leitores, é possível um menino e uma ave engaiolada terem bons momentos de amizade.

Fiquei triste, muito triste. Todos nós ficamos. Homens valentes também têm sentimentos. Até mesmo esse estranho blogueiro tem sentimentos.

Fica aqui minha homenagem ao meu pássaro favorito.

Adeus, Billy. Adeus, camarada.

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4 pensamentos sobre “Adeus, Billy

  1. Força leandro, infelizmente isso faz parte da vida. Entretanto aprenda que uns vão embora e outros chegam.
    Todo final também é caracterizado como um recomeço.

    Abraços,
    t+

  2. Leandro, é mt ruim quando acontece isso, mas é normal, e o seu tinha 14 anos, Eles vivem geralmente isso. Bola pra frente.

  3. Luto é natural, e a sua retomada também.
    Ficaria muito triste na sua situação, e já fiquei, pois já tive
    inúmeros animaizinhos que morreram.

    O importante é você sair um homem melhor depois disso.

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