A toda hora

Salve leitores!

Um post rápido, mas de qualquer forma é um post, ora pois. Qualifico o Writter como incrível(sim sim,,, incrivel é demais, mas ele é bom, ao menos prático). Talvez agora a quantidade de meus posts aumente; note, pois, que quantidade não infere em qualidade.

Escrevo isso vendo um festa de carnaval de rua(fico feliz por Bento Ribeiro ainda ter seu carnaval de rua, mesmo com essa violência). Esse mesmo carnaval, a mesma barulheira de todos os anos, as mesmas músicas, a mesma praça e o mesmo jadim fazem “surgir” em mim uma nostalgia… me lembro quando criança via, ria, e não entendia nada. Hoje vejo, não rio, e continuo a não entender. C’est la vie.

Acontece, meus caros, Carnaval é uma festa profana. Pergunto aos meus botões onde está nossa Igreja. Pergunto também se fomos à Missa domingo de carnaval. Ehh, acho que não.

Entretanto, meus caros, o facto que me levou a escrever isso, a vencer minha preguiça, a gastar minha ATP pensando e digitando (não necessariamente nessa ordem) foi um menina que nunca vi antes ter me dito, sem reservas, “você é legal”. Isso para uma pessoa extremamente cética com relacionamentos sociais humanos é um tiro na nuca ou um chute no saco. Lembrei-me do comercial da Claro(Um cara grande e mau aperta uma bexiga e a menina dona da bexiga continua sorrindo. Sei que na vida real precisamos de vários sorrisos de várias meninas para começarmos a mudar nossas atitudes para o bem ou para um caminho melhor que normalmente andamos, mas toda longa jornada começa um simples passo.

Pessoas normais pensariam isso:

Legal! Fico feliz por alguém reconhecer alguma coisa que faço. Quero e vou ser uma pessoa melhor!

Eu, talvez, pensasse isso:

Vou ver o que essa menina viu de legal em mim e tentarei ver também. Isso é bom ou ruim para minha imagem de ditador? Certamente o Parlamento não vai gostar…

Vocês devem se perguntar o motivo da frase estar no subjuntivo. Pensasse?Mas não aconteceu de verdade? Seria o escritor um fanfarrão mentiroso e contraditório? Não a esta a pergunta! Respondo com veemência!

Com a frase “você é legal” todas as minhas linhas de pensamento lógico e estratégico foram quebradas. Não sabia o que pensar. Acho que fiquei tão encabulado quanto ficaria George Bush se sua mulher, Sarah, chamasse Osama para o chá das 5 p.m.(perai! chá das cinco nos EUA?!?!?). Não sei o que pensei ao certo, nem sei o que deveria ter pensado na ocasião. Só pude dizer um frio e rápido obrigado e desviar meu olhar; olhar de pessoa envergonhada. Mandarei ofício ao Departamento de Ações Táticas, se algo parecido fosse numa guera… Ainda bem que existe as Convenções de Genebra.

Só sei que o efeito dessa frase não terminará na quarta-feira…

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